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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Águia vai ajudar no controle populacional de Pombos


Águia vai auxiliar controle populacional de pombos

Projeto desenvolvido no CAV poderá ser solução ecologicamente correta para impactos dos pombos Lages. Não é de hoje que os pombos são um problema para sociedade. A ave que não é natural do Brasil traz inúmeras doenças. Protegida por lei, o controle dos pombos poderá ter uma opção ecologicamente correta através de um projeto desenvolvido no Centro de Ciências Agroveterinárias em Lages (CAV). Sob o comando dos acadêmicos de veterinária Valdizar Albuquerque e Silva Junior, o exemplar número 001 da Geranoaetus melanoleucus ou Águia Chilena, pode ser a melhor opção para controle dessa praga em Lages. Apesar de ser uma ave adorada por muitos, a reprodução descontrolada de pombos faz aumentar a ocorrência de doenças como Criptococose, histoplasmose, ornitose, dermatites entres outras. A idéia de Junior é rea­­lizar o controle dos pombos, com a presença de predadores naturais, como as aves de rapina. "Não estamos fazendo com que as aves de rapina matem os pombos. O simples fato de sua presença, já garantiria que ação dos pombos fosse menor", explica. Além do trabalho das águias, será realizada uma ampla ação de educação ambiental, a fim de se alertar os riscos dos pombos e principalmente a preservação de aves de rapina, tradicionais da nossa região. "Trata-se de trabalho completo, a fim de conscientizar também", explica. Durante a aplicação do projeto, que acontecerá no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, a população de pombos será monitorada, além de pesquisas no que diz respeito a procriação e transmissão de doenças.Aquiles, a Aguia Chilena de Junior, será a primeira a atuar nessa fase do projeto. A ave pode atingir até 70 centimetros de altura e dois metros de envergadura, (medida de asa a asa). Essa técnica de controle de pombos com aves de rapina já é muito usada no exterior, mas esse projeto é o primeiro no Brasil. A esperança de Junior é que os resultados sejam positivos. "Temos que pensar na natureza como um todo. Seria mais fácil matar os pombos com química, por exemplo, mas cuidar da natureza, vai muito além disso", fala o acadêmico do CAV.






domingo, 2 de agosto de 2009

feliz Niver!! Giovanna


Hoje o aviário internacional está em festa, pois a nossa amiga está completando mais um aninho de vida.

A colaboradora e admiradora do aviário, Giovanna Cauane Rodrigues do nascimento, completa 06 anos para a alegria dos seus pais, a pesquisadora Geiza Rodrigues e seu pai o Prof. Regivaldo nascimento. Que comemoram juntos esta data com muita alegria..

terça-feira, 28 de julho de 2009

olhem só o efeito dessa fruta nos colegas animais

Alguns animais se viciam por cada coisa!! olha só essa fruta lá na África

video

O Jiló



O Jiló
Olá pessoal, hoje vou falar sobre o jiló, esse pequeno legume que tem dado o que falar entre os criadores.
Vejamos um breve histórico sobre a origem do jiló.O jiló (Solanum gilo Raddi) tem sua provável origem no continente africano, sendo muito cultivado no Brasil. Geralmente considerado como um legume, o jiló é na realidade o fruto de uma planta da família das solanáceas, tal como a berinjela. O Jiló é rico em Vitamina A, B, C, Cálcio, Fósforo, Ferro além de ser uma razoável fonte de carboidratos e proteínas.
Veja alguns tipos de jiló:
Para fazermos uma boa análise sobre o assunto, perguntei a vários criadores sobre o jiló, e muitos me informaram que não oferecem o jiló a seus pássaros. Porém outros informaram que ofereciam periodicamente o jiló, ou seja 50% dos criadores que perguntei oferecem jiló e outros 50% não oferecem. Mas a pergunta que não quer calar é.Podemos oferecer o jiló aos pássaros sem qualquer restrição?
Vejamos os seguintes aspectos.
Como vimos o jiló é rico em vitaminas A, B, C, Ferro, Cálcio, Fósforo contém quantidades razoáveis de carboidratos e proteínas. Porém temos que nos atentar ao detalhe do cultivo do produto. Muitos dos agricultores que cultivam esse legume utilizam fertilizantes e inseticidas muitas vezes em alta quantidade, para proteger o produto de pragas e assim aumentar a resistência do produto.
Existem agricultores que cultivam o jiló de forma orgânica ou natural, sem uso de inseticidas ou fertilizante, obtendo um produto totalmente natural. Porém a produção desse tipo de jiló é certamente menor e mais difícil de se encontrar no mercado.
O criador deve analisar a procedência do produto; saber a procedência é a chave para saber se é bom ou não oferecer o jiló a seu pássaro.
Os criadores que não oferecem jiló a seus pássaros, afirmam que as aves gostam muito do jiló, porém acabam deixando de comer as rações e sementes necessárias e com maior teor de vitaminas e proteínas, para se fartarem das poucas vitaminas contidas no jiló, sendo assim deixando de comer o que proporciona maior saúde. Outro fato interessante que os criadores dizem, é que o pássaro fica de maneira viciado no jiló, não querendo assim comer outros tipos de alimentos.
Os criadores que oferecem o jiló a seus pássaros, afirmam não ter nenhum problema com suas aves, oferecem o jiló periodicamente sem nenhuma restrição, e afirmam que seus pássaros estão saudáveis e sem nenhum problema de saúde.
Se 50% dos criadores dizem que o jiló não é bom e outros 50% dizem que é bom, em quem acreditar?

Pássaros usam táticas para reconhecer seus iguais




Pássaros usam táticas sutis para reconhecer seus iguais.Nem sempre é a aparência física que conta.Por vezes, o canto ajuda a ave a identificar seus pares.
Como os pássaros sabem a que espécie pertencem? Quer dizer, como eles reconhecem uns aos outros para voarem juntos?
Dependendo das circunstâncias, pássaros podem reconhecer uns aos outros por um menu complexo de plumagens, forma, comportamento e, em especial, o canto. Porém, nem sempre é importante para eles fazer a diferença, disse Kevin McGowan, ornitologista do Laboratório Cornell de Ornitologia, em Ithaca, NY.
Alguns pássaros impossíveis de ser distinguidos por seres humanos pela visão como espécies diferentes podem reconhecer uns aos outros por diferenças sutis no canto, disse McGowan. Outras espécies participam de exibições de cortejos elaboradas e distintas no acasalamento. Porém, para muitas espécies, às vezes isso não importa, disse ele. Grupos de patos ou gansos podem conter membros de várias espécies diferentes, por exemplo. Se eles são confrontados por um falcão predador ou caçador, todos eles partem juntos.
Se um pássaro individual se perde, McGowan disse, em algumas espécies o membro perdido "irá se contentar com outros e ficar com aquela espécie". Ele comparou a situação com uma pessoa que caminha por uma rua estranha. "A pessoa prefere estar com a família, mas se reconhece algo melhor fica feliz em andar com outro grupo".
Entretanto, na época da reprodução, o pássaro individual tenta encontrar um membro da mesma espécie, através do canto ou da pavonada.

Fonte: por C. Claiborne Ray do 'New York Times' - g1.globo.com /ciência e saúde / Biologia

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Classificando as aves









Como se classificam as aves?





Classificação das Aves
A classificação das aves é um assunto espantosamente complexo e controverso. A maioria dos biólogos acredita que existam cerca de 9.700 espécies de aves, e todas elas pertencem à classe Aves. Mas a forma como elas estão interligadas ainda está em discussão. Durante séculos, cientistas utilizaram características internas e externas para classificar as aves, agrupando-as de acordo com a estrutura do esqueleto, forma do bico, tamanho, cor e outras características visíveis. Mas este não se mostrou o método mais confiável ao longo do tempo. Uma comparação física entre espécies similares da Europa e Austrália, por exemplo, resultaria em membros da mesma família, independente do fato de pertencerem a famílias completamente diferentes. A recíproca é verdadeira, pois aves que não se parecem têm sido catalogadas como membros da mesma família. A maior parte de nosso conhecimento atual sobre a classificação das aves vem de estudos de DNA, que pode ser usado para determinar as relações entre elas com uma precisão bem maior do que a observação de suas características morfológicas. Apesar dos testes de DNA revelarem algumas surpresas, em muitos casos eles confirmaram as suspeitas que cientistas já apresentavam.
Atualmente, a maioria das autoridades concorda que há entre 25 e 30 ordens de aves, contendo cerca de 148 famílias.
A ordem mais populosa de aves é a Passeriforme, que inclui mais de 5 mil espécies – mais da metade de todas as espécies conhecidas. As aves passeriformes incluem a o pintassilgo, o canário, o pardal, a cotovia, o sabiá e muitas outras espécies conhecidas. Outras ordens importantes incluem os Anseriformes (patos, cisnes e gansos), Apodiformes (beija-flor), Ciconiformes (cegonhas), Columbiformes (pombos), Coraciiformes (alcião), Falconiformes (pássaros diurnos de caça), Galliformes (aves como a galinha), Pelecaniformes (pelicanos), Psittaciformes (papagaios, araras, calopsitas, agapornes), Sphenisciformes (pingüins), e Strigiformes (corujas).(fonte: animal planet)

terça-feira, 21 de julho de 2009

Como iniciar uma criação de aves

Começando uma criação...
Comecei meu criatório em 2006. Porém entre o sonho e sua realização foram 4 anos estudando, conhecendo, investindo... Muito eu li sobre dicas para montar um criatório e uso algumas fontes de informação até hoje. Dentre elas destaco positivamente o site do meu amigo Neves de Brasília (www.cantoefibra.com.br) e o site da cobrap (www.cobrap.org.br). Algumas informações importantes que tentarei juntar e resumir neste artigo podem auxiliar você a conseguir seu objetivo. Porém, prefiro a praticidade que a teoria e vou sempre direcionar o tópico a alguns exemplos reais vividos por mim ou por meus amigos. Ok? Passo obrigatório, DECIDA: O que quer criar?Se vai criar bicudos, curiós, coleiros, trincas, pixoxós... enfim, defina a espécie que mais lhe agrada. No início eu criei coleiros, gostava bastante dos danados e durante a primeira temporada como criador amador criei 12 filhotes com duas fêmeas e 1 macho. Mas logo me roubaram a melhor das criadeiras com dois filhotes e desanimei. Parti para torneios e logo adquiri um trinca ferro muito bom, não era velocista, mas mantinha média de 100 cantos toda a temporada. Nesta época eu morava numa cidade que tinha torneio todo final de semana. Me diverti bastante!Depois conheci os curiós e os bicudos, consegui iniciar um criatório de curiós, mas logo precisei mudar de estado e fui obrigado a me desfazer de quase todos eles. (tem mais detalhes desta história no site do Quinto Dia -www.quintodia.com.br). Os bicudos que eram um sonho distante pelo altíssimo valor ficaram mais próximos, pois minha situação financeira melhorou. Foi então que comecei a adquirir matrizes para um futuro criatório. Em 2003 comprei o Gengis Khan, em 2004 comprei mais umas 3 fêmeas e em 2006 o criatório ficou pronto. (tem essa história no www.quintodia.com.br)Porque falei desta minha experiência? Porque não adianta começar a criar determinada espécie se ela não for a que você realmente gosta. No meio do caminho você vai desistir, esmorecer e perder tempo. A criação deve ser encarada como um projeto de longo prazo! Para quê quer criar? Qual o objetivo do seu criatório?Desde o início pensei em como seria interessante ter um negócio que eu e minha família pudéssemos trabalhar juntos e em algo que gostássemos. Então iniciei o criatório com o claro objetivo de migrar de criador amador para comercial. Isso ainda não aconteceu por questões imperiosas relacionadas à legislação do IBAMA. Mas enquanto isso meu objetivo são os torneios de fibra, seja para bicudo, curió ou trinca ferro. Então não adianta um pássaro reunir repetição, canto, voz, andamento, blábláblá... se não for valente, guerreiro e com muita fibra nem passa perto da minha casa.Meu primeiro bicudo foi um BBB, bom-bonito-barato - Passei pra frente e esperei até poder pegar um fera... Isso é uma armadilha fatal. Foram quase dois anos até pegar o Gengis Khan. Se não possuir a característica que será objetivo do criatório não vale nem o mínimo do investimento, pois você verá que tenho razão, é perda de tempo. Após decidir o que quer criar e qual o objetivo da criação, é hora de aprender. A melhor maneira de aprender é a leitura com pesquisa de campo. Para isso são necessários internet, telefone, carro e disposição. Pesquise criadores que tenham resultado comprovado na criação da espécie desejada (mesmo objetivo que você). Ligue, mande e-mails, se apresente e fale seus objetivos. Na medida da simpatia do criador, agende uma visita. Conheça o local, faça anotações, pesquise preços, observe os pássaros e o manejo. Depois de conhecer alguns DECIDA: Posso fazer um “test drive”? Você pode estar indeciso, neste caso aconselho você a adquirir um filhote macho de um criador comercial, assim você terá o convívio com o pássaro que deseja reproduzir, praticará o manejo e não terá dor de cabeça com “burrocracia” e IBAMA, pois o animal será seu (com Nota Fiscal). Após o “test drive”, se você realmente quiser se tornar um criador você tem duas escolhas: Criador Amador – Requer que você procure o IBAMA com seus documentos pessoais, comprovante de residência dos últimos 6 meses e solicite o cadastramento como criador amador. Você receberá um boleto de R$ 30,00 para pagar e uma licença que pode durar até 1 ano, sempre sendo renovada até 31/07.Criador Comercial – Requer uma documentação muito maior, projeto, veterinário... mas o IBAMA está com tudo parado neste momento.... então por enquanto você tem somente uma opção! Após obter autorização do IBAMA para começar, você deve preparar seu criatório. O local deve ter espaço para, no mínimo, 3 vezes mais pássaros do que você acredita que vai ter, pois você com certeza vai passar deste número.Precisa também ter boa iluminação e circulação de ar. Boa opção é manter boas janelas que possam ser fechadas quando necessário e lâmpadas de espectro Ultra Violeta para simulação de luz solar.A utilização de prateleiras é muito boa opção pois as gaiolas ficam lado a lado e facilmente inserimos a divisória para que as matrizes e galadores não se vejam. Outro ponto muito importante é qual gaiola utilizar. Não compre aos poucos, tente fechar um pacote do mesmo fabricante pois a padronização ajuda e muito o manejo diário. As paredes do criatório podem ser pintadas de branco usando CAL o que auxilia na higiene. O piso um azulejo branco para facilitar limpeza, também é bom que existam ralos para a tarefa de limpeza com água. Muito bom que exista fonte de água para limpeza de potes e comedouros (tanque ou pia) dentro do criatório, assim como fonte de água filtrada ou mineral para fornecimento aos pássaros. É importante local para deixar de molho em solução de cloro para total higienização dos utensílios. O ideal é ter 3 vezes mais comedouros, potinhos e bebedouros do que utilizamos no dia-a-dia. Assim um fica em uso, o outro em processo de limpeza (lavagem e molho) e o outro seco e pronto para utilizar. Na prática, é muito difícil seguir todos estes passos e atropelamos adquirindo as primeiras matrizes. Mas se você tem paciência em sua lista de virtudes, siga estes passos. Outras dicas: Se você não gosta de internet, procure um clube sério para te representar perante o IBAMA.Se você não gosta de burocracia, procure um clube sério para te representar perante o IBAMA.Se você não gosta de rotina, desista de ser um criador. Pois você não terá sucesso sem seguir uma rotina diária. Porque deixei passar o assunto para no final falar de rotina no tópico outras dicas??? Porque se você quer reproduzir determinada espécie, suas fêmeas precisam de rotina. Diária, ininterrupta e disciplinada.Porque se você quer ser campeão em torneios, seu pássaro de competição precisa de rotina de exercício, treino, passeio e descanso para se destacar.Em resumo, se você busca alto desempenho de seus pássaros na reprodução ou na competição, rotina é fundamental.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Aves Exóticas

CALOPSITA

As calopsitas são excelentes animais de estimação, tornando-se extremamente dóceis, brincalhonas, amigáveis e apegadas ao dono. Mas, para isso, é muito importante saber de quem comprar, pois a docilidade de sua calopsita mansa depende muito da criação. Por ser uma ave muito fácil de criar, é recomendada para iniciantes e para quem quer ter pouco trabalho.







DIAMANTE GOLD
Vistos pela primeira vez no ano de 1883, por uma expedição francesa, na costa da Nova Zelândia, quando se encontrava esta em trânsito para a Austrália. Os membros desta expedição, com finalidade científica, ao aportar esta ilha observaram uns pássaros de cores chamativas e que eram muito abundantes, sobrevoando os altos arbustos. Eram Diamantes de Gould. Só puderam capturar três espécimes, os descreveram e decidiram considerá-los como uma nova espécie (Poephila Mirabilis), que traduzindo significa Poe = erva ou grama, phila = amante e mirabilis = maravilhoso. Todos os diamantes capturados eram adultos de cabeça vermelha. O ornitólogo John Gould, que se encontrava a explorar a Austrália, registou nos seus apontamentos que tinha avistado um ninho de Poephila. Outro cientista descobriu na península de Cobourg uns outros pássaros similares, mas de cabeça negra. Foi quando John Gould pensou que era uma nova espécie, que chamou de Amadina Gouldiae. Apesar da sua semelhança, a diferença da cor pareceu-lhe digna de consideração. Neste momento existe ainda polémica sobre o nome científico desta espécie, visto apenas ser uma unica, com certos disformismo. Não demorou muito a comprovar-se que "Amadina Gouldiae" era "Poeplhila Mirabilis" com uma particularidade. É que o Diamante de Gould apresenta uma particularidade muito pouco comum, para uma mesma espécie existem distintas variedades, uma de cabeça negra e outra de cabeça vermelha, que podem conviver e reproduzir-se aparentado-se entre elas. Actualmente existem mais variedades. Os primeiros Diamantes de Gould foram transportados para a Inglaterra no ano de 1887, onde foram recebidos com entusiasmo por parte de aficionados e criadores. Em 1896 foram expostos em Paris os primeiros exemplares vivos de Diamantes de Gould e no ano seguinte em Berlim. O Inglês P.W.Teague foi o primeiro a obter a reprodução do Diamante de Gould, estudando umas 24 gerações e publicando suas observações na Avicultura Magazine entre 1931 e 1946. E aqui começa a grande expansão dos Diamantes de Gould entre os aficionados pela avicultura. Gould em uma de suas obras escreveu: "Se novidade é um atrativo, quando a novidade se une a beleza e a elegância, o atractivo resulta consideravelmente em realeza."Actualmente encontram-se em perigo de extinção na natureza devido às especies introduzidas no seu habitat natural e devido ao fogos que cada vez são mais frequentes.
http://www.clubedocriador.com.br
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A Iniciativa IPAMA surgiu da necessidade de se agir pelo meio ambiente, sem esperar a ação de outros e sim sua própria iniciativa.
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